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quinta-feira, 29 de junho de 2017

Conto Erótico: Você Sabe Quem Já Comeu A Sua Esposa Antes De Você?

apertando seios da peituda casada


Você sabe quem já comeu sua esposa no passado?... Eu tinha um amigo que vivia se gabando de os atuais maridos de ex-namoradas e ficantes dele nem desconfiarem que ele já andou enfiando seu pau no pedaço. E pelo visto não foram poucas suas aventuras... Em festas, por exemplo, ele chegava na gente e ficava dizendo, tá vendo a esposa do Fulano ali, aquela gostosuda naquela calça de academia? Então, eu já comi... E contava detalhes do corpo dela, das transas deles etc, para convencer a gente de que já comeu mesmo. Eram histórias bem excitantes e às vezes dava até para desconfiar, mas a verdade é que ele era mesmo do tipo comedor, o tal "bad boy", que parece atrair as mulheres como moscas no mel e que come muitas mulheres praticamente por compulsão, gosto do que é novo, e não se sente bem se fica muitas semanas sem meter o pau numa buceta nova.

Eu mesmo uma vez vi ele agarrando uma menina, que todo mundo podia jurar que era virgem, no quintal de uma festa, enfiando as mãos entre as pernas dela, no meio do shortinho, e depois desaparecendo com ela para o andar de cima da casa. E depois de alguns meses, já descabaçada por ele, ela ficou com um namoradinho firme com quem mais tarde veio até a se casar... Esse cara, é claro, nunca desconfiou quem escabaçou sua mulher (senão não tinha ficado amigo dele) e eu não podia olhar para esse casal sem me lembrar da época em que a esposa perdeu o cabaço para esse comedor, toda excitada com ele metendo a mão entre as pernas dela... Acho que todo mundo já teve um amigo comedor assim né? No caso desse, ele vivia dizendo para a gente "Quem já comeu uma vez come de novo..." E dizia isso porque entre seus hábitos estava o de comer, ou pelo menos tentar comer, as ex dele depois delas casadas. Então, meu maior medo na época era me tornar um desses maridos, tendo um ex-comedor da minha esposa no nosso círculo de amizades sem nem desconfiar...

Mas depois me desencanei. A gente se torna mais adulto, se apaixona, acha o mundo todo muito mais sério, e então se casa, sem se preocupar muito com o passado da esposa. Entre a maioria dos casais, aliás, falar sobre o passado da esposa costuma ser tabu, e com a gente não era diferente. Mas eu vivia tranquilo, me sentindo o maior sortudo de não ter no meu círculo de amizades nenhum amigo que já comeu minha esposa (se tivesse ela me diria). E mais sortudo ainda porque ela, apesar de muito gostosa desde muito jovem, não era do tipo que andaria abrindo as pernas para "bad boys"... Mas

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Conto Erótico: Dando no Carnaval

estudante dando no carnaval

Minhas amigas me pediram para ajudar quando pudesse no blog delas, como fotógrafa. Ok, como quero fazer jornalismo, topei dar essa mãozinha para elas. O "problema" (elas que nunca me ouçam falando assim) é que é um blog feminista, cheio de artigos falando de como os homens são machistas, chauvinistas, desrespeitosos etc etc etc. Tá bom, não tenho porque não concordar. É tudo verdade mesmo, não é? Eu gosto de homens mas eles adoram tratar as mulheres como objetos, objetos descartáveis, que é só pegar e usar e jogar fora depois. E a maioria das minhas amigas que ficam levantando essas bandeiras feministas já passaram por isso de serem "usadas", apesar que não parecem se esforçar muito para não passar por isso de novo não... Mesmo assim no blog tá lá toda hora as críticas a esse comportamento dos homens, coisa que nunca fui muito de ficar apontando... Sempre fiquei na minha, mulher que for trouxa de cair na desses tipos cachorros que caia, azar seu. Então eu falei pras minhas amigas que eu ia viajar para a Bahia no Carnaval, ficar na casa de uma tia. Elas aproveitaram e me pediram um favor: fazer fotos de homens desrespeitando as mulheres nas festas de rua, para ilustrar mais um punhado de reportagens nervosas delas de como eles olham a mulher como objetos. "Tá bom, já que vou estar lá, se ver alguma situação, fotografo e te passo, tá?"

Bem, no primeiro dia lá, minha família não pula carnaval, e minhas amigas de lá ainda não tinham chegado, então fui sozinha atrás de uns trios elétricos. Fui fazendo fotos, e não é que vi as situações de "abuso" que minhas amigas feministas falaram? Negões (olha o preconceito) suados, fortões (ou nem tanto) passando a mão em tudo quanto é turistinha branquinha, patricinha, do sul maravilha (olha o preconceito!!) que caía na área deles. Ah, mas fiquei surpresa de ver que uma ou outra dessas patricinhas bem gostavam. Safadinhas! Davam uma dura neles e depois saíam dando risadinha com as amigas, e empinando o bumbum mais ainda, prontas para outra passada de mão. Gente, que graça tem isso? Ficar se servindo de objeto sexual para tarados frustrados? Me bateu tesão.

domingo, 9 de março de 2014

Conto Erótico: Elas Se Encharcando Por Elas...

menina chupando biquinhos de outra menina


Sou uma mulher bem normal, comecei a transar pouco antes dos 18 anos e desde então sempre tive uma boa atração por pau, e uma vez até já transei bêbada com um quase desconhecido depois de uma balada. Minhas amigas ficaram horrorizadas no dia seguinte quando souberam que foi por isso que eu não voltei para o apê tão cedo, mas para mim foi uma sensação muito gostosa de me sentir "fêmea". Então sendo "normal" assim me explica como que mês passado na hora que eu comecei a passar batom na boca da irmã mais nova da minha amiga desde o colégio eu fui começar a pensar coisas como "que lábios gostosos... macios... suaves..." e começar a pensar em como seriam aqueles lábios moles em contato com os meus??? Eu nunca tive atração lésbica, e nunca me senti "dominadora", só submissa (para os homens), mas então nessa hora eu comecei a ficar com a calcinha molhada pensando em como seria se eu desse um beijo na boca dessa menina de lábios tão macios, aproveitando que estávamos só nós duas no apê...

conto de meninas lésbicas

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Conto Erótico: Vizinho Voyeur, Vizinha Voyeur

No último ano de faculdade eu morei em uma kitnete. Vou explicar um pouco o local porque isso vai ser importante para entender o que aconteceu. Era um casarão antigo adaptado, e as kitnetes saiam para um corredor externo comum. A minha tinha duas janelas, uma para o corredor e outra para o lado, que ficava sempre fechada. Esta janela lateral era da época em que o casarão era casa de família rica, e agora dava para a área de tanque da kitnete ao lado. Pelas frestas desta janela velha eu olhei várias vezes a vizinha do lado, também estudante, lavando roupa nesta área de tanque. E para lavar roupa, é claro, ela usava shortinho de andar em casa e às vezes ficava só de sutiã na parte de cima. Era muito gostosinha, mas até então eu ainda não tinha visto ela nua por essas frestas nem uma vez.



Nessa hora eu gostei da ideia de ser observado por ela, assim como a observei várias vezes. Mas então tive uma ideia sacana e procurei colocar em prática rapidamente, antes que ela cansasse de ser voyeur e fosse embora. Procurei algumas imagens eróticas no computador e comecei a alisar meu pau que foi endurecendo. Primeiro alisei por cima da calça, depois tirei ele para fora e comecei a me punhetar. Enquanto fazia isto fiquei pensando se ela já teria ido embora e eu estaria ali me punhetando sozinho que nem um bobo... Mas mesmo assim não olhei para o lado, não queria correr o risco de ela perceber que eu sabia da sua presença. Então um estalo na janela não me deixou dúvidas de que havia alguém apoiado nela pelo outro lado, fingi que não ouvi e continuei minha punheta. Ah, que delícia que foi! Percebi que ela acompanhou tudo como voyeur, até a hora que gozei! Claro que quando me punheto eu não costumo deixar o gozo voar para todo lado, mas desta vez deixei, esporrei na minha camisa, no teclado, no chão... Deu o maior trabalho para limpar depois, mas valeu a pena, mantive minha espectadora com a atenção presa na minha vara, e adorei ser exibicionista assim para ela, imaginando ela lá toda excitadinha, olhando vara escondidinha pela fresta de uma janela na sua área de tanque.

Depois disso, me punhetei mais duas vezes para ela, em vezes que notei ela me observando mais ou menos na mesma hora. Com certeza gostou e queria ver mais, e eu não neguei mostrar para ela. Mas na terceira vez eu queria mais, muito mais. Fiquei num tesão imenso de saber que ela estava lá mais uma vez me espiando me punhetando, e comecei a me perguntar como devia fazer para comer essa menina naquele momento mesmo, já que ela estava gostando tanto de ver meu cacete duro... Pensei em simplesmente abrir a janela e flagrar ela lá do outro lado, mas tinha cadeado e eu não tinha a chave.



sexta-feira, 31 de maio de 2013

Conto Erótico: Esposa Molhada na Piscina Sem Água.

Uma noite, minha esposa me deu uma notícia inesperada: "Amor, o Renato está me cantando." Renato é o pedreiro que contratamos para construir nossa piscina, não somos ricos e a piscina não é grande, então contratamos apenas um pedreiro não muito caro para ir construindo-a sem pressa nos finais de semana. Assim todo sábado e domingo, durante o dia ficávamos em casa enquanto ele trabalhava lá fora. Mas é claro que de vez em quando minha esposa ia lá para levar-lhe água ou comida ou algum lanche.

Ela me deu essa notícia de que ele estava cantando ela numa noite de sábado, pois estava esperando um melhor momento para ter certeza de que eu não iria ficar muito nervoso ao ficar sabendo do atrevimento dele, e como transamos sempre sábado à noite, era um momento de me pegar de mais bom humor. Então interrompemos nossas atividades para pensar no que fazer. Esse pedreiro só podia vir no fim de semana, mas cobrava barato e estava trabalhando muito bem, o prejuízo se o dispensássemos seria muito grande porque já havíamos colocado muito dinheiro naquela piscina! Então resolvi que o melhor seria a gente fingir que eu não fiquei sabendo de nada, pois se soubesse seria obrigado a dispensá-lo no ato. Ela concordou, pois mesmo tendo cantado-a, uma cantada é apenas uma cantada e ele com certeza não era do tipo dque fosse atacá-la à força.

Renato era um mulato corpulento de cerca de 40 anos mas muito boa praça e com ótimas recomendações, estava sempre sempre de bom humor parecendo até simplório no raciocínio, apesar que não devia ser nenhum deficiente mental. Se ele viu ali uma oportunidade de tentar ganhar a mulher do outro, era até compreensível, pois minha esposa é bonita e gostosa mesmo, e trabalhando sob o sol o dia todo a imaginação dele devia viajar à vontade. Fechamos a questão desta forma então, e retornamos às nossas "atividades sexuais", pois eu ainda queria transar antes de dormirmos. Mas enquanto nos beijávamos e nos abraçávamos, e ela apertava meu pau duro e eu chupava sua buceta encharcada, eu não consegui esquecer a questão, e fiquei curioso de saber o que realmente ele disse ou fez nesta cantada que ela disse que aconteceu nesse dia.